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💉 VACINAÇÃO EXCESSIVA: QUANDO MAIS DOSES NÃO SIGNIFICAM NECESSARIAMENTE MAIS SAÚDE

 

💉 VACINAÇÃO EXCESSIVA: QUANDO MAIS DOSES NÃO SIGNIFICAM NECESSARIAMENTE MAIS SAÚDE

UM CONVITE AOS PACIENTES PARA QUESTIONAR, COMPARAR RISCOS E EXIGIR CONSENTIMENTO VERDADEIRAMENTE INFORMADO

Durante décadas consolidou-se uma ideia extremamente simples:

Mas medicina não funciona assim.

Um medicamento que é útil em determinada circunstância não se torna automaticamente melhor quando:

➡️ repetimos indefinidamente;

➡️ aumentamos o número de doses;

➡️ administramos a pessoas de risco muito baixo;

➡️ combinamos diferentes intervenções;

➡️ ignoramos imunidade anterior;

➡️ deixamos de individualizar idade, sexo e doenças preexistentes;

➡️ ou deixamos de calcular o benefício absoluto daquela dose adicional.

⚠️ TODA INTERVENÇÃO MÉDICA PRECISA JUSTIFICAR O RISCO QUE CRIA


🔥 O PROBLEMA NÃO É PERGUNTAR “VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA VACINAS?”

Essa é uma pergunta pobre.

A pergunta médica deveria ser:

QUAL VACINA?

PARA QUAL DOENÇA?

EM QUAL IDADE?

PARA QUAL PACIENTE?

QUAL O RISCO DA DOENÇA NESTA PESSOA?

QUAL O BENEFÍCIO ABSOLUTO DESTA DOSE?

QUAIS SÃO OS EVENTOS ADVERSOS CONHECIDOS?

QUANTAS DOSES ELA JÁ RECEBEU?

ESSA DOSE ADICIONAL REALMENTE MODIFICA UM DESFECHO IMPORTANTE?



🧠 A MEDICINA PRECISA ABANDONAR O AUTOMATISMO

Durante muito tempo, muitos médicos foram treinados a olhar o calendário e simplesmente perguntar:

“ESTÁ FALTANDO ALGUMA VACINA?”

Talvez devêssemos acrescentar:

“ESTÁ FALTANDO ALGUMA JUSTIFICATIVA PARA ESSA VACINA?”


⚖️ O VERDADEIRO CÁLCULO


🚨 VACINA NÃO É SINÔNIMO DE RISCO ZERO

Existem eventos adversos causalmente reconhecidos após diferentes vacinas.

Isso deveria fazer parte do consentimento informado.

🫀 Vacinas de mRNA contra COVID-19

Existe associação estabelecida com:

MIOCARDITE E PERICARDITE

particularmente em determinados grupos de adolescentes e homens jovens.

Uma meta-análise específica em adolescentes confirmou a associação temporal após BNT162b2.


🩸 VACINA CONTRA ROTAVÍRUS

Estudos de farmacovigilância encontraram aumento transitório de intussuscepção intestinal, sobretudo após a primeira dose.

Uma meta-análise calculou aproximadamente:

1,7 casos adicionais para cada 100.000 crianças

após a primeira dose, dentro da janela de maior risco.

Isso não significa que a vacina seja universalmente inadequada.

Significa algo muito mais importante:

RISCO EXISTE E DEVE SER COMPARADO AO BENEFÍCIO.

Em locais onde gastroenterite por rotavírus provoca muitas hospitalizações e mortes, o benefício pode ser bastante elevado.

Em outras palavras:

A MESMA INTERVENÇÃO PODE TER RELAÇÕES RISCO–BENEFÍCIO DIFERENTES EM CONTEXTOS DIFERENTES.


🧠 MMRV E CONVULSÃO FEBRIL

Quando a primeira dose combinada MMRV foi comparada à administração separada de MMR + varicela em crianças pequenas, um grande estudo encontrou aproximadamente:

1 CONVULSÃO FEBRIL ADICIONAL PARA CADA 2.300 DOSES

da formulação combinada.

Esse é um excelente exemplo de algo que deveria ser explicado aos pais antes da administração. (PubMed)


PORTANTO, A EXPRESSÃO “VACINA É SEGURA” É INCOMPLETA

Medicamentos não são classificados simplesmente como:

✅ SEGUROS

ou

❌ PERIGOSOS.

A verdadeira pergunta é:

QUÃO GRANDE É O BENEFÍCIO E QUÃO GRANDE É O RISCO PARA ESTA PESSOA?


📉 QUANDO O BENEFÍCIO ABSOLUTO É PEQUENO, ATÉ UM EVENTO ADVERSO RARO GANHA IMPORTÂNCIA

Esse princípio é fundamental.

Imagine:

PACIENTE A

Risco de hospitalização sem intervenção:

20%

Vacina reduz para:

5%

BENEFÍCIO ABSOLUTO = 15 pontos percentuais

A relação benefício–risco pode ser excelente.


PACIENTE B

Risco inicial:

0,01%

Vacina reduz para:

0,005%

A redução relativa também pode parecer impressionante.

Mas a redução absoluta é:

0,005 ponto percentual.

Nesse segundo paciente, eventos adversos raros passam a ter peso muito maior.


🔬 UM EXEMPLO REAL: REFORÇOS DE COVID EM JOVENS

Um trabalho publicado no Journal of Medical Ethics, assinado por pesquisadores de instituições como Oxford, Johns Hopkins, Harvard e UCSF, calculou o benefício de uma terceira dose de mRNA em jovens adultos durante a era Ômicron.

Os autores estimaram que seria necessário aplicar reforço em aproximadamente:

31.000 A 43.000 JOVENS

para prevenir uma hospitalização por COVID durante seis meses.

No mesmo modelo, estimaram mais eventos adversos graves do que hospitalizações evitadas e argumentaram contra reforços compulsórios nessa população.

Trata-se de uma análise específica de jovens adultos, terceira dose e contexto epidemiológico da época, portanto não deve ser extrapolada para idosos ou grupos de alto risco.

Esse exemplo demonstra um princípio:

A UTILIDADE DE UMA DOSE NÃO PODE SER EXTRAPOLADA AUTOMATICAMENTE PARA TODAS AS IDADES.


🔄 ATÉ AS RECOMENDAÇÕES OFICIAIS COMEÇARAM A RECONHECER ISSO

Na orientação norte-americana de 2025–2026 para vacinação contra COVID, a recomendação passou a utilizar decisão individual compartilhada.

O próprio CDC reconhece que a relação benefício–risco é:

MAIS FAVORÁVEL

para pessoas com maior risco de COVID grave

e

MENOS FAVORÁVEL

para pessoas que não apresentam fatores de risco para doença grave.

Isso é muito diferente da filosofia:

“UMA VACINA PARA TODO MUNDO, REPETIDA PARA TODO MUNDO.”
“Tudo que se faz de forma genérica tende ao fracasso”


🇧🇷 E O BRASIL EM 2026?

O Calendário Nacional brasileiro de 2026 continua bastante extenso.

Entre outras intervenções, o calendário infantil atualmente inclui:

💉 BCG;

💉 hepatite B;

💉 pentavalente;

💉 poliomielite;

💉 pneumocócica;

💉 rotavírus;

💉 meningocócicas;

💉 febre amarela;

💉 tríplice viral;

💉 varicela;

💉 influenza;

💉 HPV;

💉 COVID-19.

O calendário atualmente publicado pelo Ministério da Saúde prevê, inclusive, vacinação contra COVID aos 6, 7 e 9 meses de idade.

Isso torna legítima uma pergunta que deveria ser respondida com números:


QUAL É O BENEFÍCIO ABSOLUTO DE CADA UMA DESSAS DOSES PARA UMA CRIANÇA SAUDÁVEL E QUAL É O RISCO ASSOCIADO?

Perguntar isso não deveria ser considerado “antivacina”.

É farmacologia básica.


🧩 A GRANDE QUESTÃO DA CARGA VACINAL CUMULATIVA

Há outra pergunta ainda mais difícil.

A maior parte das pesquisas tradicionais pergunta:

“MMR causa determinado problema?”

ou:

“alumínio causa determinado problema?”

ou:

“hepatite B está relacionada a determinado desfecho?”

Mas uma criança não recebe uma abstração estatística.

Ela recebe um:

CALENDÁRIO.


🧠 O MODELO CUMULATIVO

PRIMEIROS ANOS DE VIDA

⬇️

💉 múltiplas vacinas

💉 múltiplas doses

🧪 diferentes adjuvantes

🦠 diferentes antígenos

📅 doses concentradas em determinadas idades

🧬 susceptibilidade genética individual

🔥 diferentes estados imunológicos

⬇️

QUAL É O EFEITO CUMULATIVO SOBRE O ORGANISMO EM DESENVOLVIMENTO?


🔬 ESSA É UMA DAS PRINCIPAIS CRÍTICAS DOS PESQUISADORES QUE QUESTIONAM O CALENDÁRIO ATUAL ABUSIVO DE VACINAÇÃO
– apenas interessses financeiros.



🧠 AUTISMO: A PERGUNTA PRECISA SER MAIOR DO QUE “MMR SIM OU NÃO?”

Em nosso artigo anterior sobre hipervacinação infantil, chamamos atenção para a enorme expansão histórica do calendário paralelamente ao crescimento dos diagnósticos de autismo e outras doenças crônicas. (Centro Médico Dr. Carlos Lopes)

Essa evolução temporal constitui:

UM SINAL QUE MERECE INVESTIGAÇÃO.

Mas, isoladamente:

NÃO PROVA CAUSALIDADE.

A investigação realmente interessante deveria perguntar:

🧠 qual foi a carga total recebida?

🧠 em qual idade?

🧠 quais combinações?

🧠 quais intervalos?

🧠 qual condição imunológica naquele momento?

🧠 houve prematuridade?

🧠 existem alterações metabólicas ou mitocondriais?

🧠 existem polimorfismos relevantes?

🧠 existe história familiar?

🧠 a criança apresentava sinais de neuroinflamação?

🧠 houve regressão temporalmente relacionada a alguma exposição?



🧪 ALUMÍNIO: OUTRA QUESTÃO QUE NÃO DEVERIA SER ENCERRADA POR DECRETO

James Lyons-Weiler, no Popular Rationalism, tem publicado críticas detalhadas sobre:

🔸 exposição infantil ao alumínio;

🔸 doses por peso corporal;

🔸 diferenças entre produtos;

🔸 interpretação de grandes estudos epidemiológicos;

🔸 importância de analisar exposição cumulativa.

Ele também critica o estudo dinamarquês amplamente divulgado como prova definitiva da segurança dos adjuvantes de alumínio.

As críticas não demonstram automaticamente que alumínio vacinal causa autismo.

Mas demonstram algo importante:

UMA PERGUNTA TOXICOLÓGICA NÃO DEVERIA SER ENCERRADA APENAS POR UMA MANCHETE EPIDEMIOLÓGICA.


🧠 O FINANCIAMENTO DA PESQUISA IMPORTA?

SIM.

Isso também não é “teoria da conspiração”.

Uma atualização de revisão sistemática envolvendo 75 estudos metodológicos encontrou que pesquisas de medicamentos e dispositivos patrocinadas por fabricantes apresentavam resultados de eficácia e conclusões favoráveis ao produto do patrocinador com maior frequência do que pesquisas financiadas por outras fontes.

Uma revisão Cochrane chegou a conclusão semelhante.

Portanto:

CONFLITOS DE INTERESSE DEVEM SER EXAMINADOS.

Mas existe uma segunda regra igualmente importante:

A ORIGEM DO DINHEIRO NÃO SUBSTITUI A ANÁLISE DO MÉTODO.

Um estudo financiado pela indústria não é automaticamente falso.

E um estudo financiado por uma organização crítica às vacinas não é automaticamente verdadeiro.

Devemos perguntar:

🔍 os grupos eram comparáveis?

🔍 houve controle adequado?

🔍 qual o tamanho da amostra?

🔍 os desfechos foram definidos previamente?

🔍 houve perda de participantes?

🔍 houve ajustes estatísticos excessivos?

🔍 os dados estão disponíveis?

🔍 outros pesquisadores conseguem reproduzir o resultado?


🌐 FONTES CRÍTICAS QUE VALE A PENA ACOMPANHAR

🔹 THE FOCAL POINTS / McCULLOUGH FOUNDATION

Especialmente útil para:

➡️ carga vacinal cumulativa;

➡️ autismo;

➡️ doses repetidas;

➡️ segurança das vacinas de COVID;

➡️ crítica ao desenho de grandes estudos epidemiológicos.


🔹 POPULAR RATIONALISM — JAMES LYONS-WEILER

Útil para:

➡️ alumínio;

➡️ toxicologia;

➡️ metodologia epidemiológica;

➡️ estudos de vacinados versus não vacinados;

➡️ exposição cumulativa;

➡️ crítica de artigos específicos.


🔹 MALONE NEWS

Robert Malone discute:

➡️ imunidade natural;

➡️ reforços;

➡️ imunologia de vacinas de mRNA;

➡️ sarampo;

➡️ duração da resposta imunológica;

➡️ necessidade de evitar políticas universais.


🔹 THE DEFENDER

Publicação vinculada ao Children’s Health Defense.

É uma fonte fortemente crítica e pode ser útil para localizar:

➡️ sinais de segurança;

➡️ documentos regulatórios;

➡️ processos judiciais;

➡️ controvérsias sobre alumínio;

➡️ estudos que recebem pouca divulgação convencional.

Como é uma organização de advocacy, seus textos devem servir para localizar a alegação e então verificar o estudo original.


🔹 HART — HEALTH ADVISORY & RECOVERY TEAM

Grupo de médicos e pesquisadores britânicos particularmente crítico da vacinação universal contra COVID em crianças.

Em uma análise publicada em julho de 2026, o grupo relembra que o próprio JCVI britânico havia considerado marginais os benefícios clínicos da vacinação contra COVID para menores de 16 anos, argumento usado pelo HART para questionar a vacinação generalizada da população pediátrica.


🔹 BROWNSTONE INSTITUTE

Publica análises críticas sobre:

➡️ vacinação de crianças;

➡️ mandatos;

➡️ relação benefício–risco;

➡️ imunidade natural;

➡️ COVID-19;

➡️ políticas de saúde pública.

Deve ser tratado como fonte editorial crítica, não como revisão sistemática neutra.


🔹 TRIALSITE NEWS

Tem publicado discussões sobre:

➡️ reforços repetidos;

➡️ IgG4;

➡️ imunidade após mRNA;

➡️ farmacovigilância;

➡️ necessidade de estratificação do risco.

Em artigo recente, o próprio TrialSite reconhece benefício das vacinas de COVID para redução de doença grave em determinados pacientes de alto risco, mas questiona a lógica de reforços repetidos para populações de risco muito baixo.

Essa distinção é precisamente o que uma discussão equilibrada deveria fazer.


📌 A REGRA PARA LER TODOS ESSES SITES

ARTIGO CRÍTICO

⬇️

IDENTIFICAR A ALEGAÇÃO

⬇️

ABRIR O ESTUDO ORIGINAL

⬇️

LER MÉTODOS

⬇️

LER RESULTADOS — NÃO APENAS A CONCLUSÃO

⬇️

VER FINANCIAMENTO

⬇️

ANALISAR RISCO ABSOLUTO

⬇️

PROCURAR REPLICAÇÃO

⬇️

FORMAR SUA PRÓPRIA CONCLUSÃO


🚫 O QUE NÃO É CONSENTIMENTO INFORMADO

Não é dizer simplesmente:

“É segura.”

“Está no calendário.”

“Todo mundo precisa.”

“Os benefícios superam os riscos.”

“Não precisa se preocupar.”

Essas frases não fornecem números.

 


 

 


⚠️ QUESTIONAR O ENORME EXCESSO NÃO SIGNIFICA DIZER QUE TODA VACINA É DESNECESSÁRIA, TUDO UMA QUESTÃO DE LÓGICA.

Esse ponto é fundamental.

Existem doenças nas quais a relação benefício–risco da vacinação pode ser muito favorável.

O sarampo é um exemplo.

Duas doses de MMR apresentam aproximadamente 97% de eficácia contra sarampo, e queda importante das coberturas vacinais já voltou a ser acompanhada por grandes surtos em 2026.

Portanto:

“TODAS AS VACINAS SÃO ESSENCIAIS PARA TODO MUNDO”

é simplificação.

Mas:

“TODAS AS VACINAS SÃO INÚTEIS PARA A SAÚDE HUMANA”

também é simplificação.

A posição cientificamente mais forte é:

NENHUMA DOSE DEVERIA SER AUTOMÁTICA.



🧭COMO DECIDIR

💉 VACINA PROPOSTA

⬇️

🦠 QUAL A GRAVIDADE DA DOENÇA?

⬇️

👤 QUAL O RISCO DESTA PESSOA?

⬇️

🛡️ ELA JÁ POSSUI IMUNIDADE?

⬇️

📉 QUAL O BENEFÍCIO ABSOLUTO DA NOVA DOSE?

⬇️

⚠️ QUAIS OS RISCOS CONHECIDOS?

⬇️

QUAIS AS INCERTEZAS?

⬇️

💉💉💉 QUAL A EXPOSIÇÃO VACINAL CUMULATIVA?

⬇️

⚖️ BENEFÍCIO > RISCO?

⬇️

SIM → CONSIDERAR VACINAR

ou

⏸️ BENEFÍCIO PEQUENO/INCERTO → DISCUTIR INDIVIDUALMENTE


🌟 MENSAGEM AOS MEUS PACIENTES

A medicina não deveria funcionar através de dogmas.

Nem:

“TOME TODAS AS VACINAS SEM QUESTIONAR.”

Nem:

“NUNCA TOME VACINA ALGUMA.”

Precisamos recuperar uma medicina muito mais antiga e muito mais sábia:



PRIMUM NON NOCERE = PRIMEIRO NUNCA SER NOCIVO

A carga cumulativa, neurodesenvolvimento, consentimento informado, eventos pós-vacinais e crítica ao modelo “uma recomendação serve para todos” — mas temos como hipótese que aquilo que ainda não permite afirmação causal, especialmente autismo, pode acontecer.

💉 VACINAÇÃO EXCESSIVA: QUANDO MAIS DOSES NÃO SIGNIFICAM NECESSARIAMENTE MAIS SAÚDE

UM CONVITE AOS PACIENTES PARA QUESTIONAR, COMPARAR RISCOS E EXIGIR CONSENTIMENTO VERDADEIRAMENTE INFORMADO

Durante décadas consolidou-se uma ideia extremamente simples:

“SE VACINA É BOA, MAIS VACINA DEVE SER MELHOR.”

Mas medicina não funciona assim.

Um medicamento que é útil em determinada circunstância não se torna automaticamente melhor quando:

➡️ repetimos indefinidamente;

➡️ aumentamos o número de doses;

➡️ administramos a pessoas de risco muito baixo;

➡️ combinamos diferentes intervenções;

➡️ ignoramos imunidade anterior;

➡️ deixamos de individualizar idade, sexo e doenças preexistentes;

➡️ ou deixamos de calcular o benefício absoluto daquela dose adicional.

⚠️ TODA INTERVENÇÃO MÉDICA PRECISA JUSTIFICAR O RISCO QUE CRIA

 


🔥O PROBLEMA NÃO É PERGUNTAR “VOCÊ É A FAVOR OU CONTRA VACINAS?”
Essa é uma pergunta pobre.

A pergunta médica deveria ser:


🧠 A MEDICINA PRECISA ABANDONAR O AUTOMATISMO

Durante muito tempo, muitos médicos foram treinados a olhar o calendário e simplesmente perguntar:

“ESTÁ FALTANDO ALGUMA VACINA?”

Talvez devêssemos acrescentar:

“ESTÁ FALTANDO ALGUMA JUSTIFICATIVA PARA ESSA VACINA?”


⚖️ O VERDADEIRO CÁLCULO

RISCO DA DOENÇA É VERDADEIRO OU FORJADO

⬇️

PROBABILIDADE DE COMPLICAÇÃO GRAVE EXISTE REALMENTE

⬇️

BENEFÍCIO ABSOLUTO DA VACINA, ELA É REALMENTE NECESSÁRIA

⬇️

BENEFÍCIO ADICIONAL DA PRÓXIMA DOSE

⬇️

RISCO DE EVENTO ADVERSO

⬇️

INCERTEZAS DE LONGO PRAZO, CASO TENHA NÃO TOME

⬇️

DECISÃO INDIVIDUAL, É VOCE QUEM MANDA EM SEU CORPO


🚨 VACINA NÃO É SINÔNIMO DE RISCO ZERO


Dr. Carlos Roberto Medeiros Lopes             22 de agosto de 2022
CRM 65150

 

 

 

 

 

 

 

Dr. Carlos Lopes
Dr. Carlos Roberto Medeiros Lopes, formando na Unicamp em 1990 dedicou a sua carreira aos estudos nas filosofias de Hipócrates que tinha a alimentação como base terapêutica dizia o mestre Hipócrates “Fazei do teu alimento o seu remédio e seu remédio seu alimento”, a partir daí se dedicou a desenvolver protocolos de tratamento com vitaminas, sais minerais, aminoácidos e ervas para o tratamento de doenças agudas e crônicas.

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